Autonomoz encerra 2025 com crescimento de 18% e padrão internacional de segurança

Plataforma de mobilidade corporativa amplia presença em 14 estados, estrutura rede de motoristas parceiros e mantém frequência mínima de ocorrências nas operações

A Autonomoz prevê encerrar 2025 com faturamento de R$ 15 milhões, crescimento de 18% em relação ao ano anterior. O resultado ocorre em um período marcado pelo aumento da demanda por transporte corporativo em regiões pouco atendidas pela mobilidade urbana, além do avanço dos protocolos de segurança da empresa, que atingiram padrão internacional.

A companhia opera uma plataforma de mobilidade corporativa que conecta motoristas parceiros a empresas que precisam transportar equipes em locais onde a oferta convencional de deslocamento é limitada.

A plataforma atende, por exemplo, operações dos setores de ferrovia, energia, mineração e agronegócio, que exigem deslocamentos em áreas remotas e horários variados. “Nosso modelo substitui frotas próprias por uma rede distribuída que conecta oferta e demanda de forma digital, reduzindo ociosidade, aumentando a governança e permitindo uso mais eficiente dos recursos”, explica o fundador e CEO da Autonomoz, Leandro Farias.

Segundo o executivo, em 2025 a Autonomoz ampliou sua presença para mais de 175 cidades em 14 estados, com quase mil motoristas parceiros ativos. Ao todo, a empresa transporta mais de dois mil passageiros por mês e superou 220 mil viagens no ano.

Para 2026, Farias afirma que a Autonomoz pretende ampliar sua atuação nas regiões onde já opera e expandir a cobertura em estados com demanda crescente por mobilidade corporativa segura. “A estratégia prevê novos investimentos em telemetria, padronização de procedimentos e ferramentas de suporte aos motoristas”, complementa o fundador.

Indicadores de segurança atingem padrão internacional

A Autonomoz informa que registrou dois acidentes (TAFF) em quase 20 milhões de quilômetros rodados ao longo de 2025. No indicador que reúne todas as ocorrências — acidentes e incidentes — conhecido internamente como TIFF (do inglês, Total Incident Frequency), o resultado ficou abaixo de 0,01% das 220 mil corridas do ano. Isso equivale a menos de uma ocorrência a cada 10 mil viagens.

Em benchmarks internacionais de segurança no transporte, uma métrica amplamente utilizada é o TRIR (Total Recordable Incident Rate), que mede a taxa total de incidentes registráveis por volume de operação. Em organizações consideradas de classe mundial, esse índice costuma ficar abaixo de 1. Aplicando a mesma lógica ao TIFF da Autonomoz, a frequência de ocorrências se mantém dentro desse patamar de referência, com taxas próximas de zero diante do volume de viagens realizadas.

Segundo o fundador e CEO, Leandro Farias, o desempenho está ligado à combinação entre os processos de segurança e padronização da frota.

Sobre a frota, a empresa estabelece critérios para manutenção e conservação dos veículos e exige que a frota cadastrada tenha até oito anos de uso, buscando padronizar as condições mínimas necessárias para a operação.

Já em relação ao acompanhamento das viagens, Farias afirma que a Autonomoz foi pioneira no uso de videotelemetria embarcada para motoristas de aplicativo, integrando câmeras capazes de identificar sinais de fadiga, distração, excesso de velocidade e outras situações que permitem atuação preventiva. Cada alerta registrado gera um trecho de vídeo analisado pela equipe técnica, que orienta o motorista quando necessário. As imagens são visualizadas apenas quando há um passageiro corporativo embarcado no veículo.

Segundo o executivo, os dados gerados pela telemetria funcionam como uma camada adicional de gestão de segurança: “os dados trazem clareza sobre o que acontece durante os deslocamentos; isso permite orientar motoristas, ajustar procedimentos e manter índices compatíveis com o nível de exigência das operações corporativas”, afirma.

Ele complementa reforçando que a Autonomoz conta com um Centro de Segurança Operacional (CSO) 24 horas, que monitora as operações atendendo às necessidades das empresas contratantes. O CSO apoia a gestão de risco, auxilia no planejamento e permite decisões baseadas em evidências.

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